Bug do GIMP no 11.10 corrigido!

Fala pessoal.

Bom, depois de um tempo sem postar volto aqui com uma boa notícia aos usuários Ubuntu que possuem graphics tablets. Na versão 11.10 e, se não estou enganado, 11.04, ocorria um bug com o GIMP quando se tentava desenhar nele. Diversas linhas surgidas do nada apareciam na tela e atrapalhavam todo o desenho, tornando isso impraticável!

Quando eu disse no blog que eu tinha deixado o Ubuntu 11.10 por causa também de problemas no GIMP era exatamente desse problema que eu me referia! Mas enfim surgiu uma solução! Eu vi a solução no Blog do Desenhador e vim correndo postá-la aqui para ajudar a aqueles que não conhecem o blog.

Para corrigir o bug basta abrir o terminal e digitar os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:aapo-rantalainen/gimp26-noghostline

sudo apt-get update

sudo apt-get install gimp

Se você já possui o  GIMP instalado, recomendo que reinstale-o, removendo a instalação anterior com a Central de Programas e depois instalando de novo.

Espero que tenha sido útil.

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Instalando o Firefox mais novo no seu Ubuntu

Quando cheguei no Lucid Lynx ainda estava com a versão 3 do Firefox. Atualmente estamos na versão 9. É… é uma diferença e tanto. Então resolvi procurar como instalar o Firefox mais novo no Lucid. Bom, aqui vai então como instalar o firefox mais novo nas versões 10.04 e 10.10 do Ubuntu.

Instalar o Firefox mais novo no Ubuntu 10.04 ou 10.10

O método terminal consiste em digitar os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:mozillateam/firefox-stable

sudo apt-get update && sudo apt-get install firefox

Lembre-se de reiniciar o firefox pra poder ter a versão mais nova. Ele vai vir em inglês, mas é só atualizar no Gerenciador de Atualizações que você vai poder instalar a versão em português.

Agora o método gráfico é o seguinte:

Vá em Sistema >>> Administração >>> Canais de Software (No Ubuntu 10.10 não há canais de software, portanto deve entrar em: Aplicativos >> Central de Programas Ubuntu e então clicar em Editar >> Canais de Software). Na janela que se abrir clique na aba Outro Software e depois clique no botão Adicionar e adicione isso: ppa:mozillateam/firefox-stable e então clique em Adicionar Fonte e depois em Fechar.

Uma janela vai aparecer e então clique no botão Recarregar.

Agora, vá em Sistema >>> Administração >>> Gerenciador de Atualizações e clique em Instalar Atualizações.

Se o seu Firefox estiver em inglês, não tem problema, faça o seguinte: vá em Firefox >> Preferências (Clique neste botão mesmo). Vai abrir uma janela, então vá na aba Conteúdo e em Idiomas clique no botão Selecionar…

Certifique-se de que Português-BR esteja em primeiro.

É isso… espero que tenha ajudado. Faloow’z

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De volta ao Lucid Lynx

Esse post é uma pequena atualização sobre o estado atual dos meus SOs. Não é nenhuma dica, é só uma experiência que vou contar.

Depois de me aventurar no desconhecido, explorar os RPMs e as distros Red-Hat Based, resolvi então voltar pra onde me sinto seguro e confortável: pro Ubuntu. Mas não é qualquer Ubuntu não, é o Lucid Lynx, a versão 10.04 LTS.

No fim do ano eu tinha decidido voltar pro Fedora 15 depois de ter passado pelo Linux Mint e por outras distros. Porém eu tive os mesmos problemas que antes, e mais alguns que não me recordo no momento. Desde o dia 2 de Janeiro considerei a hipótese de voltar para a melhor versão do Ubuntu ainda suportada: a Lucid Lynx (10.04). O suporte dela vai até Abril de 2013, então posso ficar despreocupado.

Eu já tinha a .iso do Ubuntu 10.04.2 64 bits, então foi mais fácil.

Nada de GNOME Shell, nada de Unity! Só o bom e velho GNOME 2.30.2 do qual eu nunca devia ter saído!

Pretendo continuar com essa versão aqui até seu suporte esgotar… mas a vida é uma caixinha de surpresas…

Eu vou testar claro o Ubuntu 12.04 LTS, mas não vai ser a mesma coisa que usar o bom e velho 10.04!

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Dicas de Jogos para Linux

Quem foi que disse que Linux não tinha muita opção de jogo? Se você usa Ubuntu pode achar muitos jogos nos repositórios. Foi por isso que eu resolvi fazer esse pequeno post de dicas de jogos para Linux! E eu também gostaria do apoio de quem lê este blog para que postasse nos comentários por mais jogos interessantes! Conto com o apoio de vocês também!

Agora outra vantagem pra quem usa Ubuntu é ver também esta página aqui: www.playdeb.net

FPS (First Person Shooter) (Tiro Primeira Pessoa)

Acredito que haja muitos jogos de tiro para Linux, isso é uma coisa que estamos ricos no Sistema. Vou reunir aqui os melhores jogos de tiro para Linux!

Urban Terror

Jogo de tiro baseado em Quake III, surgiu como um mod de Quake, mas agora é um jogo “independente” e gratuito para jogar Online com seus amigos e também com qualquer pessoa do mundo. Lembra um pouquinho o CS, mas a jogabilidade é muito diferente! Vale a pena testar!

Download
PlayDeb Download

To: Crossfire

Ainda não tive tempo de testar, mas me parece que fizeram um mod de Unreal Tournment e surgiu esse jogo. Pelo o que me contaram lembra um pouco o Combat Arms, da Nexon, com um pouco de Counter Strike. Roda em Linux, Mac e Windows.

Download (Deve ser necessário instalar o Unreal Tournment 2004 no Linux antes)

Wolfenstein: Enemy Territory

Outro jogo que ouço falar muito bem, mas nunca consegui jogar. O jogo se passa na Segunda Guerra Mundial e é possível jogar online com seus amigos e etc.

Download

PlayDeb Download

OpenArena

Outro jogo baseado em Quake com um visual de fantasia. Um ótimo jogo pra passar o tempo, apesar de não contar com gráficos muito realistas.

Encontra-se nos repositórios do Ubuntu

Download

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Vou parar os FPS por aqui, porque são tantos. Mais podem ser encontrados nos repositórios do PlayDeb!

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Corrida

VDrift

Um dos melhores (se não o melhor) jogo de corrida pra Linux! Outra categoria que está em alta no Linux! Esse jogo tem tudo o que um bom jogo de corrida tem. Sem palavras.

Download

TORCS

Outro grande jogo de corrida de código aberto para Linux. Se você é fã de velocidade, eu recomendo testar, porque esse jogo se compara ao Vdrift.

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SuperTuxKart

O Clone do famoso Super Mario Kart com os personagens do Software Livre está a solta! É um jogo bem cômico e divertido, com gráficos muito legais para quem gosta do estilo.

Está nos repositórios do Ubuntu.

Download

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Também vou parar esse daqui por aqui. É muito jogo.

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Estratégia

0 A.D.

Um jogo que eu já fiz um post sobre ele (http://livrelinux.wordpress.com/2011/10/15/0-a-d/) Lembra muito o Age Of Empires, mas ainda está em versão alpha. Recomendadíssimo mesmo assim!

Download

Battle for Wesnoth

Confesso que ainda não joguei esse jogo também, mas ouço falar muuito bem dele. Battle for Wesnoth é ambientado em um cenário de fantasia, onde os jogadores podem construir exércitos com lutadores das mais variadas raças, como humanos, anões, mortos-vivos, dragões, elfos, orcs, lagartos, nagas, sereias, ogros , entre outros. Ele é um jogo de estratégia baseado em turnos com campanhas em nível single ou multi-player.

Download

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Ajude a expandir esse post! Poste mais sobre jogos nos comentários e eles vão parar aqui!

Mais uma dica! Esse software aqui: http://www.desura.com/ Funciona basicamente como uma Steam para o Linux! É possível comprar diversos jogos ou então baixar diversos jogos Indie ou de grandes produtoras e instalá-los no seu Linux!

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O que é PPA?

Mais um artigo para Iniciantes em Ubuntu!

Você já deve ter visto diversas vezes eu falar pra vocês adicionarem em Canais de Software um código estranho que começava com ppa: e você tinha que digitar um comando no terminal e talz…

Bom, eu vou explicar da forma mais simples que puder o que é o PPA.

É, esse é o nome do negócio, PPA. Isso aí é um seviço criado pela Canonical (empresa que mantém o Ubuntu) para manter os softwares do Ubuntu atualizados. É dele que vêm todas as atualizações de segurança e do Ubuntu.

Como isso funciona?

Bom, antes de mais nada vamos deixar claro que não são todos os programas que usam o PPA.

Vou pegar o Wine como exemplo pra explicar o PPA. Pra instalar o Wine você precisa digitar o seguinte comando no terminal: sudo add-apt-repository ppa:ubuntu-wine/ppa

Mas o que isso significa realmente? Significa que você está adicionando aos repositórios do Ubuntu o repositório Wine no PPA.

Acontece que o pessoal do Wine fez uma página no PPA e sempre coloca por lá arquivos do Wine. Adicionando este comando no seu Ubuntu, o Sistema entende que deve procurar na página do Wine por arquivos novos. É assim que funciona a atualização dos programas, você adiciona no repositório do Ubuntu e ele sempre procura por arquivos novos para atualizá-los.

Por isso é sempre recomendado dar um apt-get update, porque isso atualiza os dados e procura por novos pacotes no PPA do Ubuntu e também de outros programas em que você adicionou o PPA.

É isso, espero que tenha ajudado a esclarecer o que é o PPA.

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.ISOs Linux

Alguns iniciantes podem ter muuitas dificuldades em baixar seu primeiro Linux. Quando você vai baixar uma versão de uma distribuição você sempre é perguntado se quer baixar a versão 32 bit ou 64 bit?

Você pode se perguntar o que é isso, e eu vou te responder com a seguinte resposta simples: é o quanto seu processador “aguenta”.

Não é realmente isso, porque 32 e 64 indica a arquitetura do seu processador, mas além de ser mais que isso.

Primeiramente devemos saber que processadores possuem “arquiteturas” diferentes. O que significa isso? É que os processadores são diferentes entre si. Existem processadores de diversas arquiteturas e sendo diferentes não são compatíveis.

Pra explicar melhor essa compatibilidade, imagine que você tenha um processador PowerPC, utilizado pela Apple em seus iMacs há tempos atrás. Agora imagine que você também tenha um computador com processador Intel Core i7. Ambos são completamente diferentes pois são de arquiteturas diferentes. Os softwares são feitos para arquiteturas específicas, e por isso você não pode instalar Windows num iMac com PowerPC, pois ele é feito para processadores Intel ou compatíveis… Do mesmo jeito que você não pode instalar um Mac OS PowerPC num Intel, pois ele não foi feito para aquela arquitetura.

Quando te perguntam se seu processador é 32 ou 64 bits eles falam se seu processador é compatível com um Intel 32 bits ou 64 bits… Processadores PowerPC também possuem indicação em bits, mas são muito menos utilizados, e não são compatíveis com Intel, então não dá pra executar um chamado Ubuntu 10.04 32 bits nele.

Mas calma, seu processador NÃO precisa ser INTEL para ser 32 ou 64 bits! A AMD fabrica processadores compatíveis com Intel, portanto sendo Intel ou AMD, seu processador pode ser 32 ou 64 bits.

Agora, como saber qual é o seu?

Bom, é só saber a marca do seu processador. Um Intel Core 2 Duo é um processador 64 bits, mas você também pode instalar nele um Linux 32 bits, porque ele tem compatibilidade com isso. Um AMD Sempron é um processador 32 bits, sendo assim, você não pode instalar um Linux 64 bits nele. Enfim, há uma infinidade de marcas, e eu não posso ficar explicando uma por uma, então: http://www.infowester.com/64bitsx32bits.php

Se seu processador for Intel ou AMD, por via das dúvidas baixe um Linux 32 bits, pois ele é compatível com mais programas. Se seu processador 64 bits não for compatível com 32 bits, você acaba descobrindo quando for rodar o LiveCD. Também é possível descobrir através do Painel de Controle do Windows 7/Vista.

Há também um programa pra Windows chamado Everest que te informa todas as especificações do seu computador, inclusive a arquitetura dele.

Qual a diferença entre 32 e 64 bits?

É algo difícil de responder de forma simples, mas digamos que é a velocidade do Sistema e a memória que ele suporta. Por exemplo, se você tiver um computador com processador 64 bits, com 8 GB de Memória RAM e um Sistema Operacional de 32 bits, você só vai conseguir metade do desempenho que teria com um Sistema de 64 bits. Por quê? Porque o Sistema de 32 bits só suporta até 3,5 GB de RAM e trabalha de uma forma mais lenta do que um processador de 64 bits.

Em compensação, no caso do Linux, por exemplo, há uma incompatibilidade entre programas de 32 bits em Sistemas de 64 bits. Como o 64 bits é uma arquitetura relativamente nova, há programas que não se adaptaram a ela ainda, e ainda lançam versões em 32 bits…

Baixando minha .iso

As nomenclaturas das .isos podem causar confusão pra quem usa Intel ou AMD. Existem diversos nomes nas .isos que podem te fazer baixar a .iso errada para o seu PC. Por exemplo:

ubuntu11.10-desktop-i386.iso

ubuntu11.10-desktop-amd64.iso

Eu mesmo já fiz uma confusão quando eu tinha um processador AMD Sempron. Quando eu comecei no Linux eu vi essas opções, então deduzi o seguinte: i386 quer dizer que o i vem de intel. Meu processador é AMD, então não posso baixar isso, portanto devo baixar um amd64.

Não é isso que deve-se fazer. Esse i386 ou i686 é uma nomenclatura “nerd” para 32 bits. Claro que há uma diferença entre i386 ou i686, mas eu não sei explicar. Não é porque tem i que quer dizer que é só pra Intel.

Amd64 é referente a processador de 64 bits. Portanto, se você possui um Core i7 ou um Core 2 Duo, não se intimide com o AMD e pode baixar porque é compatível com sua máquina.

Gravando as .isos

Algumas pessoas, como eu, já podem ter cometido esse erro de pegar e arrastar a .iso para dentro de um CD limpo. Não é assim que funciona. Uma .iso é uma “imagem” para um CD e precisa ser “destronchada” para ir pro CD. Não foi um bom exemplo… peguemos outro então:

Vamos supor que você baixe um arquivo .rar. Esse .rar quer dizer que ele é um pacote comprimido! A .iso é como se fosse um pacote comprimido, mas é especialmente para CDs, e você não pode simplesmente descompactar ela utilizando um programa de descompactação e jogar tudo no CD.

Você precisa gravá-la! Utilize um software de gravação de imagens. Para isso há um tutorial aqui: http://wiki.ubuntu-br.org/ComoGravarImagemIso

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Instalando dependências automaticamente [Ubuntu]

Muitas pessoas, creio eu, têm receio de baixar pacotes .tar.gz na internet. A maioria dos usuários Ubuntu está acostumada a baixar .debs ou .rpms (para serem convertidos para .debs usando o pacote alien). É realmente uma chateação encontrar um pacote .tar.gz e nele você encontrar os dois arquivos: Configure, e o Make.

Se você ainda não utilizou Linux direito e não sabe do que eu estou falando eu vou te explicar:

O Linux não é igual o Windows, que para instalar programas você sempre executa um arquivo .exe ou .msi. Como o Linux é um sistema completamente diferente do Windows, com códigos totalmente distintos, ele tem o próprio jeito de instalar pacotes. No Ubuntu, o jeito mais fácil é pegar dos repositórios, que são pacotes pré-compilados, prontos para baixar que estão na lista de programas da Central de Programas Ubuntu. Outros pacotes extras, que são libs e outras coisas, se encontram também nos repositórios, mas às vezes não são mostrados na Central de Programas.

Todos os pacotes disponíveis se encontram no Synaptic, outro programa de gerenciamento e instalação de pacotes.

Outro jeito de instalar é baixar pacotes de extensão .deb, que são mais ou menos como os instaladores do Windows. Esses pacotes são pré-compilados e basta rodá-los e clicar em instalar que o Ubuntu resolverá tudo pra você. O mesmo acontece com os pacotes .rpm, só que esses pacotes foram feitos para o gerenciador yum e não o apt-get ou aptitude que o Ubuntu usa.

O que é yum, apt-get, aptitude? Bom… todos  são gerenciadores de pacotes, eles que instalam ou removem pacotes e atualizam seu sistema pra você. O Synaptic é apenas uma interface gráfica para o apt-get. O Ubuntu usa o apt-get e o aptitude (são basicamente a mesma coisa, se não me engano). Acho que não tem jeito de mudar. O Debian também usa o aptitude. Mas onde entra o yum? O yum é o gerenciador de pacotes das distribuições baseadas em Red Hat, como por exemplo o Fedora. Concluindo: .debs são para Ubuntu/Debian e .rpms para Red Hat/Fedora

O problema é que nem sempre os programas são baixáveis através dos gerenciadores de pacotes ou são instalados pelos .debs ou .rpms. A maioria vem em pacotes comprimidos em .tar.gz (igual o .zip) e dentro deles há o código fonte. Para instalá-los é preciso compilá-los usando os comandos:

./configure

make

make install

Mas aí surge mais um problema. Quando você dá o comando ./configure o programa começa a procurar se o seu sistema tem as dependências necessárias para ele funcionar. Caso não tenha, ele pede que você as instale. Mas muitos programas pedem milhares e milhares de dependências, e instalá-las pode levar um século.

É aí que chegamos no assunto central deste post, depois de uma longa introdução para os novatos!

Se você usa Ubuntu, fique feliz, porque há um facilitador que procura todas as dependências de tal pacote e as instala pra você!

É o auto-apt! Ele está disponível nos repositórios do Ubuntu. Para instalá-lo, abra o terminal e digite:

sudo su

Ele pedirá pra você digitar sua senha, mas não vai aparecer nenhum digíto. É assim mesmo. Esse comando serve para ativar o modo root, ou seja, você tem os privilégios de super-usuário, então você vai poder fazer o que quiser com o sistema. Em seguida, digite:

apt-get install auto-apt

Quando ele perguntar: Você quer continuar [S/n]? digite apenas s e aperte enter.

Ele vai instalar o programa. É rapidinho.

Utilizando o auto-apt

Depois de instalado, atualize o banco de dados do auto-apt digitando os seguintes comandos no terminal (ainda no modo root e um de cada vez):

auto-apt update-local

auto-apt update

auto-apt updatedb

Todos esses comandos vão atualizar o banco de dados do programa.

Agora, como eu faço para instalar um programa? É simples…

Vamos supor que você baixou um pacote .tar.gz, descompactou ele e quando abriu a pasta encontrou um arquivo chamado: configure. Para instalar esse programa, abra o terminal novamente e fique no modo super-usuário. Depois, pegue o endereço completo da pasta em que você descompactou o seu arquivo (exemplo: /home/meuusuario/pasta-descompactada).

Digite então no terminal:

cd ‘/home/meuusuario/pasta-descompactada’

(As ” são essenciais, pois caso tenha alguma pasta com um nome separado, exemplo /home/meuusuario/Meus Documentos, vai considerar o nome da pasta apenas como /home/meuusuario/Meus e não vai achar nada. Por isso, eu acho aconselhável deixar as ”)

Esse comando apenas direciona o terminal para a pasta.

Então digite:

auto-apt run ./configure

Ele vai te perguntar quando achar uma dependência. Caso não queira que ele pergunte é só trocar o comando:

auto-apt -y run ./configure

Assim que o programa Configure terminar, digite:

auto-apt run make

E depois caso seja necessário:

auto-apt run make install

É isso aí. Espero que o tutorial tenha ajudado, ficou um pouco longo mas foi feito mesmo para os iniciantes. Acho que devia colocar algumas imagens, mas espero que todos tenham entendido assim.

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Que distribuição Linux você usa ou gosta?

Começando então a primeira enquete do blog. É, passei novembro sem postar, mas vou tentar postar com mais frequência em dezembro….

Respondam então a enquete abaixo:

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GameTree, o novo Cedega

Acho que já devo ter mencionado algumas vezes sobre o Cedega, aquele programa ao estilo Wine que era pago e que era só pra jogo. Bom, vamos dizer que agora o programa mudou inteiramente. Não sei se ele não estava rendendo, não tenho informações, só sei que o serviço do Cedega foi cancelado e a empresa deixou de desenvolvê-lo.

Depois a TransGaming, desenvolvedora do programa, decidiu abrir o código fonte do projeto e disponibilizá-lo para a comunidade continuar seu desenvolvimento junto da empresa. Surgiu então o GameTree.

O GameTree é o próprio Cedega, só que desta vez você não precisa pagar pelo serviço! O programa é gratuito, de código aberto e você ainda pode contribuir com o projeto.

Os jogos que rodam no programa:

  • American McGee’s Alice
  • Baldur’s Gate II – Shadows of Ahm
  • Baldur’s Gate II – Throne of Bhaal
  • Battlefield 2142
  • Bioshock
  • Black & White
  • Call of Duty IV: Modern Warfare
  • City of Heroes
  • City of Villains
  • Civilization III
  • Civilization III: Conquests
  • Civilization IV
  • Civilization IV: Warlords
  • Command & Conquer 3: Tiberium Wars
  • Command & Conquer: Red Alert 3
  • Counter-Strike: Source
  • Diablo II
  • Diablo II: Lord of Destruction
  • EVE Online
  • Elder Scrolls IV, The: Oblivion
  • F.E.A.R. 2 Project Origin
  • Far Cry
  • Grand Theft Auto: Vice City
  • Guild Wars
  • Half-Life
  • Half-Life 2
  • Half-Life 2: Episode 1
  • Half-Life 2: Episode 2
  • Half-Life: Counter-Strike
  • Homeworld 2
  • Left 4 Dead
  • Max Payne
  • Max Payne 2: The Fall of Max Payne
  • Medal of Honor: Allied Assault
  • Medal of Honor: Allied Assault Spearhead
  • Need for Speed Carbon
  • Neverwinter Nights 2
  • Portal
  • Prince of Persia (2008)
  • SPORE
  • SPORE Creature Creator
  • Star Wars Knights of the Old Republic II: The Sith Lords
  • Star Wars: Battlefront
  • Starcraft
  • Team Fortress 2
  • The Sims 3
  • Warcraft III: Reign of Chaos
  • Warcraft III: The Frozen Throne
  • World of Warcraft
  • World of Warcraft: Burning Crusade
  • World of Warcraft: Wrath of the Lich King

Acho que a real intenção disso tudo é expandir o número de jogos suportados pelo GameTree.

Para baixar basta acessar o site do programa: https://gametreelinux.com/, Cadastrar-se (gratuitamente) e enfim baixar.

É uma ótima alternativa pra quem quer rodar algum jogo específico mas não consegue no Wine.

Não tenho certeza se ele roda algum jogo que não esteja listado acima, se você souber mais de alguma coisa, poste nos comentários

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Fedora 15 KDE

Já passei de distribuição em distribuição, já instalei Ubuntu, Kubuntu, Xubuntu, OpenSUSE, Linux Mint, KDuXP no meu PC, mas todas começaram a bugar com o tempo ou eu comecei a enjoar dessas distros.

Acho que já revelei aqui que anteriormente tive experiências muito ruins com o KDE 4, e uma de minhas únicas experiências bem sucedidas com o KDE foi utilizando o Big Linux 4.2 com KDE 3.5. Nas outras, o Kubuntu foi a vítima e sempre apresentava algum tipo de bug com o KDE.

Bom, nesta semana o meu querido Ubuntu 11.10 com Unity começou a bugar, bugs bobos, mas irritantes. O Krita fechava inesperadamente, o GIMP não funcionava direito, o Unity se recusava em me obedecer… enfim, bugs muito bobos, mas que me levam a um ataque de nervos. Já mencionei que usar o GNOME Clássico não tem o mesmo gosto de antigamente, então já descartei o GNOME Clássico. Também mencionei que o GNOME-Shell tem uma birra com a minha máquina, então já descartei também. O Unity, como tinha começado a bugar, não estava mais conseguindo utilizá-lo, descartado logo de cara.

Eu precisava então de uma outra opção. Procurei no Ubuntu alguma forma de instalar o KDE, pra ver se eu conseguia usar o sistema. Procurei na internet, mas li testemunhos dizendo que o sistema ficava instável e pesado com tantos arquivos do KDE/GNOME e que compensava mais instalar o Kubuntu. Eu até tentei baixar o Kubuntu, mas sei lá o que aconteceu com meu Firefox que deu como terminado a .iso, sendo que ele tinha baixado apenas 270 MB dos 700 MB que é a .iso do Kubuntu 11.10.

Então, eu pensei em outra solução, pensei em utilizar um sistema diferente do que eu estava acostumado: o Fedora. Já tive experiências não muito boas com o LiveCD do Fedora 14, por não conseguir executar nada, mas resolvi dar outra chance ao sistema. Eu já tinha em mãos um CD que eu tinha baixado para testes do Spin do Fedora 15 com KDE, pois com GNOME 3 (o GNOME-Shell) o sistema se recusou a iniciar.

Testei a LiveCD por um bom tempo, pra ver se era realmente sustentável ficar com o sistema e, assim que confirmado, resolvi instalá-lo. A instalação foi simples e rápida, acho que a única complicação para outra pessoa que fosse instalar o Fedora que não fosse eu seria que o sistema estava todo em inglês, inclusive a instalação, mesmo que você selecionasse Português-Brasil.

A rapidez me surpreendeu e eu reiniciei o computador. Lá pedia pra configurar a senha de root, meu usuário e talz e depois eu poderia logar no Fedora. Tudo sem a mínima complicação. Porém tudo em inglês. Pra mim não é problema, mas para outros que não entendem a língua poderia ser. Ajustei-me como desejava: instalei o Firefox (o navegador padrão é o Konqueror), instalei o GIMP (que por sinal funciona perfeitamente bem aqui!), instalei o Krita (que fecha inesperadamente mesmo no KDE) e mais alguns plugins, além de tentar deixar o sistema em Português-Brasil, mas por algum motivo o sistema ficou em Português-Portugal. Ativar os efeitos foi fácil.

Meu desktop no Fedora 15 KDE

Enfim, o Fedora com KDE está muito bom e a experiência até agora é a melhor que eu já tive com o KDE 4.x, não tenho mais nada contra o Fedora, mas também não vou deixar o Ubuntu de lado. Devo instalá-lo no VirtualBox pra continuar falando de Ubuntu, continuar com o Guia do Iniciante em Ubuntu, mas enquanto o Fedora estiver estável, ele vai continuar sendo o único Linux instalado em definitivo no meu PC. Posso até explorar novos horizontes, como o OpenSUSE KDE, Arch Linux, mas por enquanto tô com o Fedora e pode ser que venham tutoriais e até um “Guia do Iniciante em Fedora”…

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