Ferramentas de produção no Linux

Algumas pessoas alegam que não usam Linux porque ele não é adequado para trabalhar, pois não tem programas específicos pra tais coisas. Programas como Adobe Photoshop, InDesign, Corel Draw, 3DS Max/Maya, MS Office podem fazer certa falta no Linux, mas alguns podem ser emulados com perfeição no Wine, como por exemplo a suíte do MS Office.

Mas alguns preferem os programas opensource e dizem que eles não têm competência para bater de frente com as ferramentas mais conhecidas. Atualmente, o cenário está mudando e as ferramentas opensource estão ganhando cada vez mais funcionalidades para poder competir com as ferramentas mais conhecidas! Vamos dar uma olhada nesses programas?

Suíte LibreOffice ou OpenOffice.org

A suíte de Escritório OpenOffice.org ganhou fama por ser uma alternativa gratuita ao famoso MS Office. Sua versão em Português-Brasil BrOffice.org foi até adotada em alguns órgãos do governo brasileiro como suíte de escritório para substituir o MS Office. A suíte foi originalmente desenvolvida pela extinta empresa Sun Microsystems, que foi comprada pela ORACLE em janeiro de 2010.

A compra da empresa gerou uma certa apreensão por parte da Comunidade do Software Livre, pois a Oracle anunciou o descontinuamento de diversos projetos da Sun, como o OpenSolaris, o Sistema Operacional de código aberto baseado no Solaris, e também anunciou que o desenvolvimento do OpenOffice ia ficar cada vez mais lento. Depois disso, a Oracle desistiu do desenvolvimento do OpenOffice e entregou-o à empresa Apache.

Foi aí que surgiu a iniciativa do LibreOffice. Como o OpenOffice.org é de código aberto (e continua em desenvolvimento na Apache), antigos funcionários da Sun Microsystems, que trabalhavam no programa, decidiram criar um novo projeto com base no código fonte do OpenOffice. Este é o LibreOffice, uma suíte mais polida e completamente livre de ações empresariais, mantida pela Fundação do Software Livre (Free Software Foundation) uma fundação sem fins lucrativos que cuida dos assuntos de software livre.

As duas suítes são ótimas para o escritório, oferecendo uma compatibilidade ótima com os arquivos do Microsoft Office (.doc, .docx, .ppt, .pptx, e por aí vai), e ainda apresentando o formato de arquivos .odf, que é o OpenDocument Format, Formato de Documento Aberto. A suíte é composta por programas de:

  • Gerenciamento de Banco de Dados
  • Editor de Apresentações e Slides (estilo PowerPoint)
  • Editor de Planilhas (estilo Excel)
  • Editor de Textos (estilo Word)
  • Editor de desenhos
  • Programa para formular equações matemáticas

As grandes vantagens são a compatibilidade muito grande com o MS Office, algumas vezes apresentando alguns erros, mas mesmo assim, dão conta do recado. É também possível baixar diversas extensões para o programa, e também ele tem funções que o MS Office não tem, como por exemplo a função de exportar .doc/.odf para .pdf, além de outras funções também.

E também a interface dos programas lembram às do MS Office 2003, mas também é possível através de extensões alterar a aparência deles.

Eu uso mais o LibreOffice, e fiz até um post sobre as diferenças que notei das duas  suítes: https://livrelinux.wordpress.com/2011/04/20/libreoffice-vs-openoffice-org/

Para adquirir qualquer um dos dois (é necessário possuir o Java):

http://www.openoffice.org/

http://pt-br.libreoffice.org/

Suíte Google Docs e Zoho

Apesar de não ser uma suíte baixável, esta é uma suíte viável para quem trabalha utilizando a internet.

A suíte de escritório do Google Docs é muito útil e atua utilizando o conceito de Computação em Nuvem, requerendo apenas uma conta no Google para ser utilizada.

Foi criada justamente para competir com o MS Office, com a vantagem de poder ser utilizada direto do navegador, sem precisar baixar nada. É só necessário ter acesso a internet, um navegador atualizado e uma conta no Google e pronto! Já pode começar a utilizar o Docs.

Nela é possível criar e editar:

  • Textos
  • Apresentações
  • Planilhas
  • Tabelas
  • Desenhos
  • Formulários

E uma das grandes vantagens é que é possível salvar arquivos utilizando o HD Virtual de 1 GB de armazenamento, sendo possível acessá-los de qualquer computador que tenha acesso à internet, independente do sistema operacional.

A suíte é compatível com os formatos MS Office e permite também o compartilhamento instantâneo de arquivos, sendo possível editar arquivos com diversas pessoas ao mesmo tempo.

Também é possível fazer download dos arquivos guardados no HD Virtual do Docs.

Para acessar o serviço, crie sua conta no Google, e na barra de cima, clique no botão Docs e pronto.

Outro serviço semelhante a esse é o serviço Zoho, que além de ter ferramentas de escritório compatíveis com MS Office, possui outras aplicações, como por exemplo, o compartilhador de diversos tipos de arquivos online, um organizador de projetos e diversos serviços que nem eu sei pra que servem.

É tudo online e é possível usar uma conta Google também.

É só acessar zoho.com. A única coisa ruim é que tá tudo em inglês, o que pode ser um problema pra algumas pessoas.

Particularmente, eu gosto bastante desses serviços que utilizam a Computação em Nuvem e gosto muito do Google Docs, porque estou sempre logado no Google. As desvantagens são que as suítes apresentam um número pequeno de funções se comparados ao MS Office e LibreOffice/OpenOffice e precisa justamente de estar logado para utilizá-las, além de alguns problemas com arquivos mais pesados que não conseguem ser convertidos para Caso você tenha que trabalhar offline, o Docs e o Zoho não são uma boa pedida.

Suíte Calligra

É, eu sei, tá ficando um pouco cansativo com tantas suítes! Mas é a diversidade! Pra você ver como temos tantos programas produtivos no Linux, e como você não havia percebido isso antes.

Mas essa daqui não é exclusivamente de escritório! As outras suítes que eu apresentei eram apenas suítes para serem utilizadas em escritórios, em coisas bem menos criativas. Esta suíte é a “suíte criativa”!

O Calligra foi desenvolvido em Qt, a mesma utilizada na criação do KDE, portanto, a interface se integra melhor ao KDE do que ao GNOME. Há uma certa confusão entre esta suíte e a suíte KOffice (não vou falar desta suíte aqui, mas tá aí o link pra quem quiser testar). Acontece que o Calligra surgiu depois de uma certa briga entre os desenvolvedores do KOffice, que se repartiram nestes grupos.

Alguns programas que integravam o KOffice, como o Krita, por exemplo, não tinha ideia de qual suíte fazia parte depois desta divisão. Depois de um tempo, o KOffice aparentemente está parado, enquanto a suíte Calligra continua a todo vapor, reformulando os antigos programas do KOffice.

Ela também acrescentou programas bem interessantes que eu nunca tinha visto igual.

Além dos básicos de uma suíte de escritório, como um editor de Slides, Texto, Planilhas, todos compatíveis com o MS Office, a suíte Calligra possui programas inovadores e diferentes das outras apresentadas aqui, como:

  • O BrainDump, onde é possível organizar suas ideias em esquemas e desenhos para melhor visualizá-los. Útil para quem tem de trabalhar utilizando a criatividade;
  • O Flow é um criador de diagramas, fluxogramas, etc;
  • O Kexi é um editor e criador de Banco de Dados, desenvolvido para competir com Microsoft Access, File Maker e Oracle Forms;
  • O Plan é um gerenciador de projetos em larga escala, visando a organização dos projetos;
  • O Karbon14 é um editor de imagens vetoriais, visando competir com o Corel Draw e outras aplicações que utilizam imagens vetoriais. Tem as mesmas propostas do Inkscape, outro programa de imagens vetoriais gratuito.
  • O Krita é um programa de desenhos, pronto para a indústria, com suporte a CMYK e à diversas graphics tablets. Pode ser utilizado para criação de Histórias em Quadrinhos, rascunhos e diversos tipos de desenhos, sendo um dos programas mais interessantes da suíte. Foi utilizado na produção do Projeto Durian, um filme opensource feito no Blender, mais tarde batizado de Sintel, para a produção de concept arts dos personagens pelo conhecido designer David Revoy. Atualmente, o Krita também faz parte dos programas opensource utilizados no Projeto Mango, novo filme opensource da Blender Foundation, previsto pra ser lançado ainda este ano.

É possível instalar cada programa da suíte sem precisar baixá-la por completo.

Particularmente, acho que esta é uma das suítes mais promissoras do Software Livre.

Para mais informações e download:

http://www.calligra.org/

Blender

Já falei uma vez do Blender aqui no blog, mas vou falar de novo, pois ocorreram diversas mudanças no programa desde então.

Pra mim, o Blender é uma das ferramentas mais geniais que já foram inventadas. Ela é opensource, gratuita e realmente muito leve!

Muita gente chama o Blender de “canivete suíço”, por sua versatilidade nas áreas em que trabalha.

Originalmente, o Blender é um programa que trabalha com Modelagem e Animação 3D, mas ultimamente ele vem expandindo suas funções na área, fazendo coisas que seus “adversários”, como 3DS Max e Maya, não fazem.

Atualmente, o que é possível fazer no Blender, é possível fazer com 3 programas conhecidos juntos: 3DS Max (Modelagem 3D), ZBrush (escultura 3D), Unreal Development Kit (engine de jogos). Lembrando que, para comprar os 3 programas (O Unreal é gratuito se for utilizado para fins não lucrativos. Caso você queira vender o jogo, é preciso pagar uma taxa), é preciso desembolsar pelo menos 4200 dólares!

Esta é a principal vantagem do Blender: ele é gratuito!

E também ele pesa pelo menos 40 MB, se comparado ao 3DS Max, que pesa pelo menos 1 GB.

Claro, tem diversas coisas que o 3D Studio Max faz e o Blender não faz. Mas em termos de modelagem, o Blender não está mais atrás!

Eu disse não está mais porque eu realmente reconhecia que o Blender estava atrás há algumas versões atrás, mas atualmente, eles se equivalem.

Saiu a versão 2.63 do programa, e com ela vem um recurso que há muito tempo o Blender vem precisando, a modelagem em n-gons. Pra quem não sabe o que é isso, eu vou explicar:

Todo modelo 3D é baseado em polígonos, pegue por exemplo este modelo:

Veja que ele é formado por diversas linhas. Estas linhas formam diversos quadrados no modelo. Estes são os polígonos do modelo.

No 3DS Max e Maya, era possível trabalhar com diversos tipos de polígonos, desde triângulos, quadrados, pentágonos, hexágonos etc. Tudo dependia de quem estava modelando. Isto era muito útil para quem modelava e poderia animar. Facilitava o trabalho.

O Blender só trabalhava com 2 tipos de polígonos: quadrados e triângulos. O problema é que quando você tentava dividir uma face, você criava triângulos em outra. Em certos modelos, os triângulos atrapalham na hora de animar. Para ilustrar o problema:

Veja que eu dividi uma face em diversos quadrados e se formaram diversos triângulos nas outras faces. Se eu quisesse fazer alguma animação, os triângulos iam dificultar o processo, pois deformam o modelo.

Nesta nova versão do Blender, isto acontece:

Não há mais triângulos. Você pode criar o polígono que quiser agora. Ponto pro Blender!

Além disso, o Blender tem uma nova engine de Renderização de imagens mais realista, a chamada de Cycles Render. Ela está presente desde o começo das versões 2.6. Para mais detalhes sobre isso: http://www.allanbrito.com/2011/12/06/render-e-animacao-com-o-blender-cycles/

E também está sendo incluído um sistema de Motion Tracking e Camera Tracking, presente nos outros softwares que competem com o Blender.

Para mais detalhes e Download:

http://www.blender.org/

Inkscape

Quando o assunto é desenho vetorial, o Inkscape é o principal programa gratuito para o trabalho! Apesar de ser um programa simples e de ainda não ter nem chegado na versão 1.0, ele já é usado por muitos artistas como alternativa a Corel Draw e outros programas vetoriais.

Vamos simplesmente dar uma olhada em algumas artes produzidas com este programa:

É um programa muito poderoso de edição de desenhos vetoriais, mas não possui suporte ao padrão CMYK, o que, apesar de não ser muito importante para quem quer fazer uso rotineiro sem se importar com impressões dos arquivos, é utilizado por muitos trolls como motivo para não utilizar o programa.

Disponível para Linux, Mac e Windows: http://inkscape.org/download/?lang=en

Pode ser instalado no Ubuntu com um simples comando: sudo apt-get install inkscape ou então basta procurar na Central de Programas Ubuntu por Inkscape.

No Fedora pode ser instalado com um simples sudo yum install inkscape

GIMP

Um dos mais famosos editores de imagens do mundo do Software Livre tem que ser colocado aqui. Inclusive, segundo diversas fontes na internet, o GIMP foi criado em GTK, e foi a partir dele que vieram as interfaces gráficas baseadas em GTK.

O programa tem funções similares ao Adobe Photoshop, como edições de imagens, aplicações de filtros etc. Também é muito utilizado para desenho, criação de texturas e muitas outras coisas que envolvem manipulação de imagens. Inclusive ele também é utilizado por David Revoy que eu citei antes.

Também já fiz um post no blog sobre a nova versão do GIMP: https://livrelinux.wordpress.com/2012/03/25/instalando-a-versao-2-7-do-gimp/

Mas já saiu a versão 2.8 FINAL do GIMP presente nos repositórios do Fedora. No caso do Ubuntu, é necessário usar os comandos no terminal:

sudo apt-add-repository ppa:otto-kesselgulasch/gimp
sudo apt-get update
sudo apt-get install gimp

O modo Janela Única não vem ativado por padrão! É preciso ir no Menu Janelas > Modo Janela Única e deixar isso ativado.

Existem diversos complementos para o GIMP, que acrescentam brushes para o programa, filtros e outras opções. Na Screenshot acima, que eu peguei do blog do David Revoy, o artista utiliza um complemento chamado Gimp-Painter, que modifica um pouco a interface do GIMP e acrescenta brushes no programa.

MyPaint

Também programa de desenho! Mas ele foi exclusivamente desenvolvido para desenho! Não existe opções de edição de imagens nele. É apenas desenho! Feito especialmente para ser compatível com mesas digitalizadoras, o MyPaint cumpre tudo o que promete fazer e nele é possível desenhar com total liberdade!

Foi também utilizado na produção dos filmes abertos: MangoSintel da Blender Foundation.

Sim, a screen também é do artista David Revoy, pra você ver como o cara é um exemplo de que é realmente possível usar ferramentas gratuitas e opensource para fazer um bom trabalho artístico!

Outro exemplo de desenhista BRASILEIRO que utiliza GIMP e MyPaint é o Mozart Couto, que eu inclusive citei muitas vezes no meu blog.

Já citei o programa no blog uma vez: https://livrelinux.wordpress.com/2011/06/15/mypaint/

Também está presente nos repositórios do Ubuntu e do Fedora.

sudo apt-get install mypaint (Ubuntu)

sudo yum install mypaint (Fedora)

Em próximas versões do MyPaint, será possível animar os desenhos, ou seja, teremos um excelente programa de animação 2D para utilizarmos!

Synfig Studio

Mais um programa para quem gosta de trabalhar com desenhos e arte, porém este é diferente. Ele é focado em animações vetoriais. Os desenhos feitos a partir de vetores se tornam animações suaves, como os desenhos de hoje em dia. A proposta do programa é poder criar uma animação, mas sem ter de trabalhar quadro-a-quadro, o que toma muito tempo de um animador.

Pode-se considerar uma alternativa ao Adobe Flash, o programa criador de animações em Flash da Adobe.

No entanto, um dos maiores problemas do Synfig, pelo menos que eu acho, é que ele é feito em diversas janelas separadas, o que é meio ruim para trabalhar.   Isso também acontecia com o GIMP, mas muitos conseguiam trabalhar bem com esse monte de janelas pairando no desktop. Particularmente, eu acho isso meio ruim, mas tem gente que gosta e que consegue trabalhar assim.

Já postei sobre ele aqui: https://livrelinux.wordpress.com/2011/10/15/synfig-studio/

O programa possui uma boa documentação, inclusive suporte em português com tutoriais para aqueles que quiserem utilizar o programa.

Informações: http://www.synfig.org/cms/

A instalação é simples, tanto no Fedora quanto no Ubuntu basta procurar por Synfig nos pacotes, ou simplesmente digitar no terminal:

Fedora: sudo yum install synfig

Ubuntu: sudo apt-get install synfig

Manual de uso do programa em Português: http://wiki.synfig.org/wiki/Category:Manual/pt

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Deu pra ver que pra ser um artista no Linux é perfeitamente possível. O que não falta são programas para te facilitar o trabalho. Para trabalhar em escritório, estamos lotados de suítes para isso. Trabalhar com modelagem 3D também tem ficado cada vez mais simples com o Blender. No entanto, gostaria de pedir a sugestão de vocês nos comentários por mais programas para fazer aqui uma série de posts de programas úteis, de produção gratuitos e OpenSource no Linux.

Vou fazer outros posts desse estilo se vocês gostarem.

4 comentários sobre “Ferramentas de produção no Linux

  1. Faltou falar para completar o Xara Extreme, programa vetorial que era propietàrio que hj é aberto e gratis para Linux!

    Indicação de alguns programas propietários como o Pixel – concocrrente do Gimp que é pago, mas custa uns 40 dolares (eu acho).

    Indicação de um bom programa Cad, tem um prpietários que dizem ser um bom concorrente a autodesk que é o Brics Cad!

    • Eu preferi pôr ferramentas que sejam acessíveis, gratuitas, opensource e que rodem no Linux. Mas são boas indicações. Talvez num próximo post.

  2. Lógico! Esqueci de falar, o post é muito bom para quem estiver procurando alternativas Linux, parabens! Achei muito interessante o de animção e pergunto: as animações com Synfig Studio é fácil de colocar em páginas web, como o flash? Em qual extenção que ele cria as animações? Seria interessante hj eles criarem as animações em Html 5! Da para fazer jogos com Synfig Studio como no flash?

    • Obrigado, que bom que gostou :)!

      Sobre o Synfig, não creio que seja possível fazer jogos dentro dele. Nunca ouvi falar de uma linguagem especial ao estilo ActionScript criada para ele pra esses fins.

      Mas basicamente, o Synfig faz animações suaves e trabalha com vetores, que nem o Flash.

      Acho que a extensão dele deve ser uma própria do Synfig, e pode até dar pra fazer animações em flash, mas acho que o foco do programa é fazer animações em vídeo (avi, mp4).

      Mas foi uma boa sugestão o negócio dos jogos. Eu conheço alguns programas que criam jogos, então vou arrumar tudo aqui pra lançar um post sobre esses programas também 😀

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