Netflix no Linux


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Que o Netflix é uma das maiores sensações da internet hoje em dia ninguém tem dúvidas. Muitas pessoas utilizam o serviço para assistir filmes, séries, animes, desenhos, entre outros, de forma legalizada. O maior problema do serviço é que ele não funciona nativamente no Linux, ele exige que você possua uma máquina com Windows ou Mac, que funcione nativamente com o Silverlight (plugin da Microsoft, estilo Adobe Flash). O problema é que o Silverlight não funciona no Linux, acredito que a tentativa de plugin nativo foi descontinuada ou que o Netflix não reconheça o Linux como plataforma válida para seus serviços.

Mas nada é obstáculo para os usuários do pinguim. Vou ajudá-los a instalar um plugin desenvolvido para Linux, e resolver alguns probleminhas que podem acontecer com você (que, OH! novidade! já aconteceram comigo!). O plugin também faz funcionar o Adobe Reader, Unity Web Player, Adobe Flash, entre outros, mas vamos focar no Silverlight por causa do Netflix, né?

Ah, os navegadores compatíveis com o plugin devem ter suporte para plugins NPAPI. Se você é usuário do Google Chrome ou do Chromium, saiba que ambos os navegadores não possuem mais suporte para esse tipo de plugin. O Firefox, por outro lado, suporta tranquilamente. Então o plugin NÃO vai funcionar no Chrome.

O plugin chama-se Pipelight, para quem quiser consultar o site oficial: http://pipelight.net/cms/installation.html

Instalar Pipelight no Ubuntu

Para instalar é simples, usaremos o terminal, e digitamos os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:pipelight/stable
sudo apt-get update
sudo apt-get install --install-recommends pipelight-multi
sudo pipelight-plugin --update

Instalar Pipelight no Arch Linux

Vamos editar um arquivo:

# nano /etc/pacman.conf

E adicione isso ao arquivo:

[pipelight]
Server = http://repos.fds-team.de/stable/arch/$arch

Depois disso, usaremos os comandos:

# pacman-key -r E49CC0415DC2D5CA
# pacman-key --lsign-key E49CC0415DC2D5CA
# pacman -Sy pipelight
# pipelight-plugin --update

Ativando o Silverlight

Para ativar o Silverlight:

sudo pipelight-plugin --enable silverlight

Vamos agora fazer com que o Netflix “pense” que estamos usando o Windows. Para isso, precisamos de uma extensão no Firefox.

Instalando e Configurando o User Agent Overrider no Firefox

Nesse caso, usaremos o Firefox, já que é o navegador mais popular, que funciona o plugin e que é recomendado pela página do Pipelight.

https://addons.mozilla.org/en-gb/firefox/addon/user-agent-overrider/

Basta adicioná-lo ao seu Firefox.

O plugin faz com que o navegador se identifique ao site como sendo utilizado por outro sistema operacional. Assim ele engana o Netflix e faz ele pensar que estamos usando Windows. Mas precisaremos configurá-lo antes.

new

Clique no botão dele e vá em preferências.

Na tela que aparece, você precisa adicionar a seguinte linha:

Windows / Firefox 40: Mozilla/5.0 (Windows NT 6.1; WOW64; rv:40.0) Gecko/20100101 Firefox/40.1

Pronto!

Reinicie o Firefox e tente usar o Netflix.

Resolução de Problemas

Superaquecimento

Aconteceu um grande problema enquanto eu usava o plugin. Ele causava um superaquecimento nos componentes do meu notebook, o que fazia com que ele desligasse sozinho quando percebia a temperatura crítica (Incríveis 100 ºC). Observando através do comando sensors eu descobri que enquanto eu assistia algo no Netflix, mais o plugin exigia do meu computador, algo que nem um jogo em 3D exige. A solução foi desligar a aceleração por GPU.

Primeiro, criamos o arquivo de configuração do Silverlight:

cp /usr/share/pipelight/configs/pipelight-silverlight5.1 ~/.config/

Agora editamos o arquivo num editor de texto: (pode usar o nano também)

gedit ~/.config/pipelight-silverlight5.1

Encontre onde existe um
#overwriteArg = enableGPUAcceleration=false/true
E retire o #, e deixe-o assim:
overwriteArg = enableGPUAcceleration=false

Salve e feche o arquivo. Tente executar o Netflix novamente, ele não deve mais causar problemas com superaquecimento nesse caso.

Tela cheia no GNOME 3

Se você está tendo problemas com tela cheia no GNOME 3, sugiro então que siga essas dicas.

Instale o pacote devilspie na sua distribuição. No Ubuntu deve funcionar:

sudo apt-get install devilspie

No Arch Linux:

sudo pacman -S devilspie

Agora crie um diretório:

mkdir ~/.devilspie

Crie o seguinte arquivo:

nano ~/.devilspie/pipelight-fullscreen-firefox.ds

E escreva:

(if
    (and
        (is (window_class) "Wine")
        (or
            (is (application_name) "Adobe Flash Player")
            (is (application_name) "Microsoft Silverlight")
        )
    )
    (begin
       (focus)
    )
)

Para que ele funcione, crie outro arquivo:

nano ~/.config/autostart/devilspie.desktop

E escreva:

[Desktop Entry]
Name=devilspie
Exec=devilspie
Hidden=false
NoDisplay=false
X-GNOME-Autostart-enabled=true

Salve e feche.

Pronto! Agora o Netflix funciona 100%! Dá pra assistir House of Cards MWAHAHAHA!

Se tiverem dúvidas ou problemas, não deixem de comentar!

Vlwflw, até a próxima!

SteamOS: O Ataque ao Windows


steam-os-valve-sistema-operacional-gamesEu estive bastante desatualizado, e esqueci de postar sobre isso: A VALVE anunciou no dia 23 de Setembro o novo SteamOS, um sistema operacional que ainda está em desenvolvimento, mas que em breve deve chegar para download, e o melhor de tudo: o sistema é 100% baseado em Linux.

A intenção da VALVE é fazê-lo o sistema operacional padrão das Steam Machines, o novo console da VALVE, com foco para as TVs. Claro, como o SteamOS é um sistema baseado em Linux, ele também será 100% gratuito, e, acredito eu, que seja também em código aberto, para que os desenvolvedores de jogos possam fazer adaptações.

Meu amigo, quando uma empresa como a VALVE faz algo assim, e encoraja os desenvolvedores a desenvolverem para sua plataforma (tenham em mente que a Steam possui cerca de 3 mil jogos à venda), isso só pode resultar num verdadeiro boom para a plataforma.

Eles até mostraram o novo controle da plataforma Steam Machine:

5476947962717597Segundo eles, o novo controle poderá ser totalmente customizado pelos usuários, que poderão também criar suas próprias versões do novo controle.

O console e o OS deve chegar em algum período de 2014.

Bem, jovens… O Windows 8 não está muito popular entre as desenvolvedoras… O Linux apenas está começando no mercado de games… E uma empresa do porte da VALVE decide apostar na plataforma do Pinguim dessa maneira… tirem suas próprias conclusões…

Ah, antes de terminar, passem nos sites da Valve que falam sobre isso:

Steam Machines: http://store.steampowered.com/livingroom/SteamMachines/

SteamOS: http://store.steampowered.com/livingroom/SteamOS/

Windows 8 despencando, Ubuntu agora mirando plataformas móveis


Se vocês têm acompanhado outros blogs e as notícias do mundo Linux (já que eu não tenho postado tanto assim neste blog), vocês devem ter visto como o Ubuntu agora tem se esforçado para trazer o sistema para o mundo móvel. Hoje em dia parece que quase ninguém vive sem celular ou tablet, e o Android é praticamente soberano nas plataformas móveis, junto com o iOS da Apple, que coordena aparelhos como iPod, iPad, iPhone…

Entretanto, a estratégia do criador do Ubuntu é meio arriscada.

Foi numa parceria da Canonical com algumas fabricantes de celular (como a Samsung e seu celular Nexus) que o Ubuntu lançou as primeiras versões “cruas” do Ubuntu Phone, que estão ainda instáveis, mas até que usáveis para celulares.

ubuntu-phone-in-hand1

Ubuntu Phone no Samsung Nexus (Créditos ao site omgubuntu.co.uk)

Não se passou tanto tempo após o anúncio da criação do Sistema para celulares e um gigantesco anúncio aparecia no site Oficial do Ubuntu dizendo: Tick Tock Tablet Time

Em poucas horas, Mark anunciava a expansão do Ubuntu Phone, levando-o para tablets. E na mesma semana, uma Preview do Sistema Operacional foi lançada para download, junto com o código fonte. Este é o vídeo dos tablets:

Ubuntu Tablet

Mas aos meus olhos, as notícias começaram a ficar piores…

Primeiramente, vemos também no site do Ubuntu diversas discussões no site (em inglês) omgubuntu.co.uk sobre uma discussão na Ubuntu Developer Summit sobre o Ubuntu deixar de lançar versões a cada seis meses e mudar para o estilo Rolling Release!

Não é uma má notícia, e também nada está confirmado de que o Ubuntu vá de fato mudar para Rolling Release, foi apenas uma ideia.

Para todos os leigos no assunto, eu vou explicar em detalhes como funciona o lançamento de versões do Ubuntu e como seria no estilo Rolling Release:

O Ubuntu tem seu característico sistema de lançamento de versões a cada seis meses, trazendo sempre inovações e novidades. A primeira versão do Ubuntu foi lançada em Outubro de 2004, e a próxima versão fora lançada em Abril de 2005. As versões sempre são lançadas em Outubro e Abril de cada ano, seguindo o padrão desde 2004 (exceto pela versão 6.06 Dapper Drake, lançada em Junho de 2006 por atrasos e imprevistos… entretanto, a outra versão fora lançada quatro meses depois, em Outubro do mesmo jeito, e continuou no ritmo normal).

Algumas pessoas criticam o Ubuntu por lançar versões em um período tão curto, te obrigando a mudar para as versões mais novas sempre que uma aparece. A verdade é que cada versão do Ubuntu possui um período de suporte oficial, ou seja, aquela versão receberá atualizações de segurança diretamente da Canonical até uma certa data. O período de suporte de cada versão é de pelo menos dois anos após seu lançamento. As versões para servidores, que exigem suporte por mais tempo, tem um período mais estendido.

Entretanto, o Ubuntu também conta com versões Desktop com suporte maior, para maior estabilidade e deixar uma versão com maior suporte que as outras. Tais versões são lançadas a cada dois anos, e possuem um suporte de pelo menos três anos após seu lançamento. São chamadas LTS (Long Term Support, em português: Suporte A Longo Prazo). Existem até agora 4 versões conhecidas como LTS: 6.06 Dapper Drake (2006-2009), 8.04 Hardy Heron (2008-2011), 10.04 Lucid Lynx (2010-2013) e a mais nova 12.04 Precise Pangolin que terá suporte maior que todas as outras LTS. Ela foi lançada em 2012, e seu suporte será estendido até 2017, ou seja, você ainda continuará recebendo atualizações de segurança e poderá usar o Ubuntu 12.04 até 2017 sem problemas. Após esse período, você deverá trocar de sistema ou então trocar as fontes de qual vêm suas atualizações de segurança.

E, como funciona o sistema de Rolling Release?

Bom, é simples explicar, pois várias distribuições adotam o sistema. Um grande exemplo é a distro Arch Linux. Como esse sistema é diferente do sistema comum de versões? É simples… Esse sistema praticamente tem infinitas versões…

O sistema de Rolling Release funciona assim: Os desenvolvedores Ubuntu disponibilizam no site uma imagem de disco (.iso) para que as pessoas possam baixar e instalar o sistema. O sistema assim que instalado busca atualizações de segurança e de programas mais novos… E isso nunca para. Você pode atualizar seus programas num dia e no outro você tem mais atualizações pra fazer de outros programas. Ou seja, seu sistema está em constante mudança, está em constante atualização.

E, basicamente, sempre que há um grande número de pacotes atualizados, os desenvolvedores do Ubuntu disponibilizam uma nova .iso mais atualizada com os pacotes mais novos. E assim vai.

É assim que o Rolling Release funciona. Você nunca fica pra trás nas atualizações mais novas porém menos estáveis. Não é necessário esperar um ciclo de seis meses. Pode ser em uma semana, dois dias, três meses… Há sempre uma versão mais nova, e nem por isso o seu sistema vai ser conhecido como uma nova versão.

É uma grande diferença mudar para Rolling Release, que tem esse nome justamente porque o lançamento está sempre “rolando”, ainda mais com um sistema conhecido por suas versões a cada 6 meses.

Os prós do Rolling Release são justamente de que você nunca ficará para trás com atualizações. Entretanto, há alguns contras:

  1. Conexão com a internet pode limitar a pessoa de baixar as atualizações contínuas
  2. Programas, mesmo que mais atualizados, podem não ser tão estáveis quanto versões mais velhas, justamente por serem bem novos
  3. Tais instabilidades podem servidores, que exigem plataformas mais estáveis se quiserem continuar funcionando, e não precisarem reiniciar com frequência para aplicar certas atualizações
  4. Rolling Releases podem trazer bugs indesejados pela falta de tempo dos desenvolvedores em testar códigos mais novos

Há também os prós de versões fixas como o sistema atual é, que é justamente o tempo que se tem para poder trabalhar na estabilidade e apresentar novidades de um modo mais súbito. Os contras são:

  1. Alguns programas podem ficar ultrapassados e podem não funcionar tão bem quanto versões mais novas
  2. Você certamente perderá diversos programas mais novos porque o Ubuntu não atualiza todos os programas para você

Claro, nada está definido se o Ubuntu vai ou não mudar para o sistema mais novo de Rolling Release…

Mas continuando com a matéria e as notícias que eu vi, algumas não foram realmente tão agradáveis.

A próxima notícia foi de que a Canonical estava trabalhando em um novo Unity, que batizaram de Unity Next. Unity, para aqueles que não acompanham, é a interface gráfica que acompanha as versões tradicionais do Ubuntu (o painel da esquerda e etc.). Segundo a Canonical, o novo Unity Next será desenvolvido na linguagem Qt, a mesma usada para desenvolver o KDE e as aplicações Plasma, para garantir uma maior integração e adaptar-se às versões móveis do Ubuntu.

Isso mostra claramente os objetivos da Canonical: tornar o Ubuntu e o Ubuntu Phone o mesmo sistema….

O Unity Next seria uma forma de adaptar o Unity tanto para celulares, tablets quanto para PCs. Seria utilizar o mesmo código nos dois sistemas. E este é o plano da Canonical. Eles não pretendem desenvolver sistemas separados, mas sim unir todos em um mesmo código, compartilhar o mesmo código em todos os aparelhos eletrônicos….

E isso me lembra um certo fracasso….

 

w8

Sim! Ele de novo, minha gente! O Windows 8!

O Sistema Multiplataforma da Microsoft! Aquele que compartilha o mesmo código em todos os aparelhos que roda e que… é um FRACASSO.

Eu já dizia do meu desgosto pelo novo Windows 8, e já me expressei contra tal estratégia ridícula da gigante monopolista (não só eu, como também diversos donos de diversas empresas no mundo todo (fabricantes de PCs como HP, Dell, Samsung, Sony, Acer já declararam que o Windows 8 não tem dado o retorno esperado)), e agora os números comprovam. Em seus primeiros 4 meses no mercado, o Windows 8 conseguiu falhar pior ainda do que o VISTA!

O Windows Vista, o sucessor do Windows XP, que fez barulho na mídia por seu fraco desempenho em computadores que rodavam Windows XP e que chamava atenção por seu irritante sistema de permissões, conseguiu ultrapassar o Windows 8 em vendas num mesmo período….

O Windows 8 chegou a vender 60 milhões de cópias… Parece ser bastante, mas de acordo com pesquisas recentes, apenas 2,6% dos aparelhos do mundo rodam o novo e ridículo sistema, em 4 meses após o lançamento. E olha o detalhe: o Windows 8 está disponível não só para Computadores, mas também para tablets e celulares!

O Vista, após 4 meses de seu lançamento, tinha 4% do mercado, e ele só rodava em PCs!

Pode parecer cedo para decidir o que o Windows 8 é, mas até mesmo o Bill Gates declarou que a Microsoft cometeu erros em estratégias móveis…

Sim, eu adoro cutucar a Microsoft! Acho que é bom ver uma vez alguma empresa gigante tomando na cara por ações idiotas… Eu já digo que o Windows 8 é um fracasso com 4 meses após, e também posso quebrar minha cara daqui a algum tempo, se essa coisa conseguir trazer uma reviravolta… Mas a Microsoft disse que pretende lançar já o SUCESSOR DO WINDOWS 8….

E vão cobrar por ele!! O WINDOWS BLUE! Que nada mais será do que apenas um Windows 8 “aprimorado”…. Ou seja, querem te fazer de palhaço de qualquer jeito!

Com tais rumores do Windows Blue, quem iria querer comprar o Windows 8 sabendo que o novo sistema poderia substituí-lo a qualquer momento? Além disso, a Microsoft se encontra em situação complicada, já que os preços altos do Windows 8 estão trazendo problemas…

 

Mas o que isso tem a ver com Ubuntu? TUDO!

Vocês não perceberam?

Windows 8 já tentou a mesma estratégia que Mark Shuttleworth planeja: fazer do Ubuntu e Ubuntu Phone um sistema só, para rodar em todos os aparelhos… E o que aconteceu com o Windows 8 até agora?

Apenas torçam, amigos, para que o Ubuntu não se torne tão infantil e ridículo quanto é o Windows 8… Torçam para que o Sistema que amamos e respeitamos continue sendo amado e respeitado no futuro…

Ou então a Canonical se verá em uma situação muito complicada…

Ubuntu 12.04 Precise Pangolin LTS já está por aí!


A nova versão do Ubuntu já está disponível desde quinta-feira! Esqueci de postar sobre isso… Eu apenas fiz pouquíssimas atualizações da Beta 2 pra versão Final, então acabei esquecendo, postando sobre a Steam no Linux mesmo. Tem alguns posts que estou preparando aqui também, e são até grandes…

Mas, enfim, a versão Final do Ubuntu já foi disponibilizada e apresenta diversas novidades:

  • Novas opções de personalização do Unity, como mudança do tamanho dos ícones na barra esquerda (também há um programa que pode ser instalado, chamado MyUnity que oferece mais opções de personalização)
  • Integração maior do Unity com os programas, e ele não se esconde mais quando um programa é minimizado. Além de ser possível procurar vídeos através da box de procura dele.
  • Inclusão do HUD que auxilia procura de Menus e funções nos programas executados. Basta apertar o botão Super (o botão do Windows no teclado) e digitar qualquer função que ele te oferece a opção para selecionar.
  • Suporte prolongado para 5 anos nos Desktops. É a versão do Ubuntu com maior tempo de suporte, já que até mesmo as outras LTS tinham suporte de 3 anos, enquanto as versões normais tinham suporte de dois anos.
  • Maior estabilidade e diversos bugs consertados em relação à 11.10.
  • Linux Kernel 3.2 personalizado.
  • Reformulação na Central de Programas Ubuntu.
  • Depois desta versão, o Kubuntu não receberá mais suporte financeiro da Canonical. A Blue Systems oferecerá o suporte necessário para a próxima versão.

Downloads disponíveis em:

www.ubuntu.com

www.ubuntu-br.org

Ubuntu:

http://cdimage.ubuntu.com/releases/precise/release/

Kubuntu:

http://cdimage.ubuntu.com/kubuntu/releases/precise/release/

Xubuntu:

http://cdimage.ubuntu.com/xubuntu/releases/precise/release/

Edubuntu:

http://cdimage.ubuntu.com/edubuntu/releases/precise/release/

A STEAM vem aí!


Notícia retirada do site: http://www.ubuntubrsc.com/steam-engine-source-confirmadas-para-linux.html#.T5l_vFSYMbg

Foi confirmada uma série de rumores de que a Valve, conhecida produtora de Counter Strike, Left 4 Dead 1 e 2, Portal 1 e 2, Half Life , que são jogos de muito sucesso no mundo, estaria trazendo a Engine Source (a Engine de Jogos em Primeira pessoa que consagrou o Counter Strike Source) e também o serviço Steam nativamente para a plataforma LINUX!

Sim, o sistema do pinguim vai receber a famosa STEAM!

Se você não sabe o que é a Steam, eu deixei justamente este momento para explicar:

A Steam é um serviço genial da Valve: É um programa onde você pode comprar jogos por download utilizando seu cartão de crédito! Acontece que ela é uma das maiores lojas virtuais de jogos do mundo, vendendo diversos lançamentos de diversas empresas, inclusive o famoso e premiado The Elder Scrolls V: SKYRIM, feito pela Bethesda.

Left 4 Dead 2 rodando nativamente no Ubuntu 11.10

A vinda da Steam pro Linux poderia significar uma grande massa de jogos migrando de sistema operacional, inclusive os jogos que a Valve fez estão sendo portados para a plataforma do pinguim!

Pra quem disse que Linux não tinha jogo, agora vai ter que repensar seu argumento.

Zorin OS – O Linux customizado pra parecer o Windows


Zorin OS (clique para ampliar)

Vou fazer um post aqui sobre uma distro que acabei de conhecer e acho que vai ser muito interessante pra quem procura uma distro que se pareça com o Windows. Chama-se Zorin OS!

Vou ser sincero, como acabei de conhecê-la, não tive tempo de testá-la, mas andei vendo diversos vídeos no YouTube sobre ela. No site oficial, você encontra uma lista de reviews da distro: http://zorin-os.com/reviews.html, vídeos que podem estar em inglês, não cheguei a ver todos, mas vi que tem uma review da versão 2.0 da distro do Viva O Linux.

Mas você pode estar se perguntando: por que é que você trouxe uma distro se você ainda nem testou?

Bom, é que eu achei a distro muito interessante pelos vídeos que eu vi pelo seu grau de facilidade de uso e de semelhança com o Windows 7, XP, Vista!

Apesar da aparência do sistema ser diferente do Windows 7 ou Windows XP, o modo como é usado e os efeitos lembram o Windows 7!

O Zorin vem com um programa para personalizar o sistema como se fosse Windows 7, Windows XP, Linux GNOME ou até mesmo Mac OS X, imitando um pouco o visual dos sistemas e o modo como eles são usados. Por exemplo, no modo Windows 7 o menu iniciar tem o mesmo estilo, quase os mesmos botões, só com o visual diferente. Os programas ficam agrupados em ícones, como no Windows 7 mesmo! Além de ter os “previews” das janelas quando o mouse está sobre o ícone!

No modo Windows XP, o menu iniciar tem o mesmo estilo, embora com visual diferente, do menu do Windows XP! É muito legal isso. No modo Mac OS X, não preciso nem falar, vem um dock embaixo e um painel em cima, imitando o Mac.

Pelo o que vi, o sistema é baseado no Ubuntu e vem com o Compiz já ativado para efeitos de janela, de cubo e diversos outros efeitos legais que o Compiz oferece.

Não tenho certeza, mas me parece que ele usa apenas o GNOME como interface gráfica, e eles conseguiram deixar o sistema bem bonito!

Ele vem com diversos programas pré-instalados:

Google Chrome (mas também há um programa instalador de outros navegadores)

GIMP

LibreOffice

Adobe Flash Player

VLC Media Player

Banshee Music Player

Dèjá Dup backup

Tem diversas outras coisas, além de um instalador automático do Wine. Com certeza, vale a pena dar uma olhada nesta distro: http://zorin-os.com/free.html (Recomenda-se baixar usando o Firefox!)

Instalando a versão 2.7 do GIMP


A versão final do GIMP 2.8 foi adiada mais uma vez. Nesta versão, o editor de imagens de código aberto, a alternativa livre ao Photoshop, a principal implementação seria a união das janelas, deixando de lado a bagunça que era ter três janelas independentes abertas e levando um visual mais familiar aos usuários.

Gimp com janelas separadas (v2.6)

Gimp com janelas unidas (v2.7 ou 2.8)

Você pode instalar a versão de desenvolvimento conhecida como 2.7 já com esta novidade no GIMP do site oficial http://www.gimp.org/, mas pode ser um pouco complicado para usuários novatos.

Para os usuários Ubuntu, um novo PPA surgiu e nos permite testar a mais nova versão de desenvolvimento do GIMP, a 2.7.5, facilmente:

Basta abrir um terminal (Ctrl + Alt + T) e digitar os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:matthaeus123/mrw-gimp-svn

sudo apt-get update

sudo apt-get install gimp

(Para copiar e colar os comandos, copie com Ctrl + C e para colar no terminal aperte Shift + Insert)

O último comando é para o caso de você não ter o GIMP instalado. Caso já tenha, basta abrir o Gerenciador de Atualizações, clicar em Verificar e Instalar as atualizações.

Tudo isso pode ser feito sem o terminal, bastando abrir os Canais de Software (No Ubuntu 10.04: ir nos menus Sistema >> Administração >> Canais de Software.  No Ubuntu 10.10 até 11.10: Entrar na Central de Programas Ubuntu e então clicar em Editar >> Canais de Software), indo na guia Outro Software ou Software de Terceiros dependendo da versão do Ubuntu que você estiver utilizando e clicando no botão Adicionar, digite isso na janela que aparecer:

ppa:matthaeus123/mrw-gimp-svn

Depois é clicar em Ok, e então Recarregar…

Para usuários do Ubuntu 11.10 Oneiric Ocelot é preciso também adicionar estes dois PPAs:

deb http://ppa.launchpad.net/gnome3-team/gnome3/ubuntu oneiric main

deb http://ppa.launchpad.net/ricotz/testing/ubuntu oneiric main

E aí é só usufruir do GIMP novo! 🙂

Código Aberto x Software Livre


No mundo Linux, muito se fala sobre programas de código aberto (em inglês: open source). O próprio Linux é um deles. Mas afinal, o que significa código aberto?

Esta denominação foi criada pela OSI (Open Source Initiative (Iniciativa Código Aberto)) e também refere-se aos softwares livres.

Mas não necessariamente código aberto ou opensource significam a mesma coisa.

Para um programa ser de código aberto ele precisa:

  • Ter o código fonte disponível (Código fonte de um programa é como se fosse a receita do programa. É todo aquele conjunto de arquivos de códigos que foram feitos para fazer o programa funcionar.)
  • Distribuição livre e gratuita
  • Permitir derivações do trabalho
  • A licença do programa não pode discriminar pessoas ou grupos, nem países, nem restringir outros programas e nem favorecer a uma tecnologia.

Em suma, um programa de código aberto precisa ter seu código fonte disponível para que outras pessoas possam baixá-lo e estudá-lo, ser gratuito e de livre distribuição. Estas são as principais características deste tipo de software.

Apesar de um Software Livre ser também um programa de código aberto, ele também entra em questões éticas e permite que o programa seja pago. O Software livre garante apenas 4 liberdades, segundo a Free Software Foundation (Fundação do Software Livre):

  1. Liberdade de executar o programa para qualquer propósito;
  2. A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades;
  3. A liberdade de redistribuir cópias do programa de modo que você possa ajudar ao seu próximo;
  4. A liberdade de modificar o programa e distribuir estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie;

Muito se confunde Software Livre com Software Gratuito, mas isso não é realmente verdade. Para um software ser considerado Software Livre ele precisa apenas ter o código fonte disponível, mas isso não quer dizer que eu não possa cobrar pelo código fonte do programa e nem pelo programa em si.

O Debian, por exemplo, tem seu código disponível na internet e o sistema também disponível também na internet, mas sua licença, a GPL, não impede que ele possa ser vendido também…

 

Bug do GIMP no 11.10 corrigido!


Fala pessoal.

Bom, depois de um tempo sem postar volto aqui com uma boa notícia aos usuários Ubuntu que possuem graphics tablets. Na versão 11.10 e, se não estou enganado, 11.04, ocorria um bug com o GIMP quando se tentava desenhar nele. Diversas linhas surgidas do nada apareciam na tela e atrapalhavam todo o desenho, tornando isso impraticável!

Quando eu disse no blog que eu tinha deixado o Ubuntu 11.10 por causa também de problemas no GIMP era exatamente desse problema que eu me referia! Mas enfim surgiu uma solução! Eu vi a solução no Blog do Desenhador e vim correndo postá-la aqui para ajudar a aqueles que não conhecem o blog.

Para corrigir o bug basta abrir o terminal e digitar os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:aapo-rantalainen/gimp26-noghostline

sudo apt-get update

sudo apt-get install gimp

Se você já possui o  GIMP instalado, recomendo que reinstale-o, removendo a instalação anterior com a Central de Programas e depois instalando de novo.

Espero que tenha sido útil.

Instalando o Firefox mais novo no seu Ubuntu


Quando cheguei no Lucid Lynx ainda estava com a versão 3 do Firefox. Atualmente estamos na versão 9. É… é uma diferença e tanto. Então resolvi procurar como instalar o Firefox mais novo no Lucid. Bom, aqui vai então como instalar o firefox mais novo nas versões 10.04 e 10.10 do Ubuntu.

Instalar o Firefox mais novo no Ubuntu 10.04 ou 10.10

O método terminal consiste em digitar os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:mozillateam/firefox-stable

sudo apt-get update && sudo apt-get install firefox

Lembre-se de reiniciar o firefox pra poder ter a versão mais nova. Ele vai vir em inglês, mas é só atualizar no Gerenciador de Atualizações que você vai poder instalar a versão em português.

Agora o método gráfico é o seguinte:

Vá em Sistema >>> Administração >>> Canais de Software (No Ubuntu 10.10 não há canais de software, portanto deve entrar em: Aplicativos >> Central de Programas Ubuntu e então clicar em Editar >> Canais de Software). Na janela que se abrir clique na aba Outro Software e depois clique no botão Adicionar e adicione isso: ppa:mozillateam/firefox-stable e então clique em Adicionar Fonte e depois em Fechar.

Uma janela vai aparecer e então clique no botão Recarregar.

Agora, vá em Sistema >>> Administração >>> Gerenciador de Atualizações e clique em Instalar Atualizações.

Se o seu Firefox estiver em inglês, não tem problema, faça o seguinte: vá em Firefox >> Preferências (Clique neste botão mesmo). Vai abrir uma janela, então vá na aba Conteúdo e em Idiomas clique no botão Selecionar…

Certifique-se de que Português-BR esteja em primeiro.

É isso… espero que tenha ajudado. Faloow’z