Zorin OS – O Linux customizado pra parecer o Windows


Zorin OS (clique para ampliar)

Vou fazer um post aqui sobre uma distro que acabei de conhecer e acho que vai ser muito interessante pra quem procura uma distro que se pareça com o Windows. Chama-se Zorin OS!

Vou ser sincero, como acabei de conhecê-la, não tive tempo de testá-la, mas andei vendo diversos vídeos no YouTube sobre ela. No site oficial, você encontra uma lista de reviews da distro: http://zorin-os.com/reviews.html, vídeos que podem estar em inglês, não cheguei a ver todos, mas vi que tem uma review da versão 2.0 da distro do Viva O Linux.

Mas você pode estar se perguntando: por que é que você trouxe uma distro se você ainda nem testou?

Bom, é que eu achei a distro muito interessante pelos vídeos que eu vi pelo seu grau de facilidade de uso e de semelhança com o Windows 7, XP, Vista!

Apesar da aparência do sistema ser diferente do Windows 7 ou Windows XP, o modo como é usado e os efeitos lembram o Windows 7!

O Zorin vem com um programa para personalizar o sistema como se fosse Windows 7, Windows XP, Linux GNOME ou até mesmo Mac OS X, imitando um pouco o visual dos sistemas e o modo como eles são usados. Por exemplo, no modo Windows 7 o menu iniciar tem o mesmo estilo, quase os mesmos botões, só com o visual diferente. Os programas ficam agrupados em ícones, como no Windows 7 mesmo! Além de ter os “previews” das janelas quando o mouse está sobre o ícone!

No modo Windows XP, o menu iniciar tem o mesmo estilo, embora com visual diferente, do menu do Windows XP! É muito legal isso. No modo Mac OS X, não preciso nem falar, vem um dock embaixo e um painel em cima, imitando o Mac.

Pelo o que vi, o sistema é baseado no Ubuntu e vem com o Compiz já ativado para efeitos de janela, de cubo e diversos outros efeitos legais que o Compiz oferece.

Não tenho certeza, mas me parece que ele usa apenas o GNOME como interface gráfica, e eles conseguiram deixar o sistema bem bonito!

Ele vem com diversos programas pré-instalados:

Google Chrome (mas também há um programa instalador de outros navegadores)

GIMP

LibreOffice

Adobe Flash Player

VLC Media Player

Banshee Music Player

Dèjá Dup backup

Tem diversas outras coisas, além de um instalador automático do Wine. Com certeza, vale a pena dar uma olhada nesta distro: http://zorin-os.com/free.html (Recomenda-se baixar usando o Firefox!)

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Instalando a versão 2.7 do GIMP


A versão final do GIMP 2.8 foi adiada mais uma vez. Nesta versão, o editor de imagens de código aberto, a alternativa livre ao Photoshop, a principal implementação seria a união das janelas, deixando de lado a bagunça que era ter três janelas independentes abertas e levando um visual mais familiar aos usuários.

Gimp com janelas separadas (v2.6)

Gimp com janelas unidas (v2.7 ou 2.8)

Você pode instalar a versão de desenvolvimento conhecida como 2.7 já com esta novidade no GIMP do site oficial http://www.gimp.org/, mas pode ser um pouco complicado para usuários novatos.

Para os usuários Ubuntu, um novo PPA surgiu e nos permite testar a mais nova versão de desenvolvimento do GIMP, a 2.7.5, facilmente:

Basta abrir um terminal (Ctrl + Alt + T) e digitar os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:matthaeus123/mrw-gimp-svn

sudo apt-get update

sudo apt-get install gimp

(Para copiar e colar os comandos, copie com Ctrl + C e para colar no terminal aperte Shift + Insert)

O último comando é para o caso de você não ter o GIMP instalado. Caso já tenha, basta abrir o Gerenciador de Atualizações, clicar em Verificar e Instalar as atualizações.

Tudo isso pode ser feito sem o terminal, bastando abrir os Canais de Software (No Ubuntu 10.04: ir nos menus Sistema >> Administração >> Canais de Software.  No Ubuntu 10.10 até 11.10: Entrar na Central de Programas Ubuntu e então clicar em Editar >> Canais de Software), indo na guia Outro Software ou Software de Terceiros dependendo da versão do Ubuntu que você estiver utilizando e clicando no botão Adicionar, digite isso na janela que aparecer:

ppa:matthaeus123/mrw-gimp-svn

Depois é clicar em Ok, e então Recarregar…

Para usuários do Ubuntu 11.10 Oneiric Ocelot é preciso também adicionar estes dois PPAs:

deb http://ppa.launchpad.net/gnome3-team/gnome3/ubuntu oneiric main

deb http://ppa.launchpad.net/ricotz/testing/ubuntu oneiric main

E aí é só usufruir do GIMP novo! 🙂

GNOME Clássico no Ubuntu 12.04!


Mais uma grande novidade vinda do site OMG! Ubuntu e Br-Linux!

O Gnome Clássico foi reformulado pela Canonical, que eu já critiquei na versão 11.10 por não nos dar a mesma experiência do Gnome 2.

Agora o GNOME 3 Clássico está mais parecido com o GNOME 2 tão conhecido e usado no Ubuntu até a versão 10.10!

Conhecido como GNOME “Fallback”, o projeto tem como intuito trazer de volta a velha interface do Ubuntu, sem Unity e sem GNOME-Shell. É uma bela sacada e vai ser muito um bom motivo para fazer as pessoas que deixaram o Ubuntu por causa do Unity voltarem a utilizar o sistema.

No site do OMG! Ubuntu há um botão para quem quiser instalar a interface nas versões de teste do Ubuntu 12.04 Precise Pangolin.

Por falar nisso, a versão Beta 2 do Ubuntu 12.04 sai dia 29 de Março, mas temos aqui as imagens .iso diárias para serem baixadas do Ubuntu caso você queira baixá-lo:

http://cdimage.ubuntu.com/daily-live/current/

Se não me engano a Canonical deve colocar a interface GNOME Fallback como opção para o Unity pré-instalada…

O Ubuntu 12.04 promete!

Coisas que você deve saber sobre o Linux


Tux, o mascote do Linux

Este post é direcionado às pessoas que conheceram o Linux recentemente e querem explorá-lo um pouco em suas máquinas. Um site para complementar meu post é este: Why Linux Is Better

Primeiramente: o que é Linux?

Linux é o nome geralmente dado a todos os sistemas operacionais baseados no “núcleo” (que cuida de toda a parte de hardware, é o coração do sistema) GNU/Linux. Muitos chamam erroneamente o Linux de Linux, pois o correto seria GNU/Linux, pois o núcleo só é o que é hoje por causa da contribuição dada pelo Projeto GNU e seu Sistema Operacional GNU.

O Linux (vou escrever assim mesmo) surgiu de um projeto de 1990 de um finlandês chamado Linus Torvalds de tentar “reproduzir” o Sistema Operacional Minix. O projeto deu certo e recebeu ajuda de muitos colaboradores.

O projeto foi liberado alguns anos depois, mas ainda era muito complicado para ser instalado, e por isso muitas pessoas atualmente que ouviram falar do Linux acham que ele continua tão complicado como era antes.

O projeto foi liberado sendo como código aberto e então qualquer um podia ajudar e fazer mudanças no sistema. Ele era gratuito e sob licença GPL.

Começaram a surgir derivações do projeto, e foi aí que começaram as famosas distribuições!

Importante: Linux é apenas o núcleo! Ele não é um Sistema Operacional por si só. Os Sistemas Operacionais são as distribuições, que utilizam o núcleo + S.O. GNU para fazer um sistema próprio!

As distribuições ou distros são todos aqueles sistemas operacionais personalizados que utilizam o núcleo do Linux.

As distribuições mais antigas ainda existentes nasceram em 1992 e são também umas das mais usadas: Slackware Debian.

O Slack surgiu alguns meses antes do Debian, por isso é a distribuição mais antiga ainda existente.

Alguns meses depois das duas surgirem, surgiu outra distro muito importante até hoje no mundo Linux: a Red Hat.

Quais são as diferenças entre cada distribuição Linux?

As maiores diferenças entre as distribuições no Linux são os conjuntos de pacotes utilizados por elas.

O Slackware, por exemplo, é conhecido por ser mais conservador e o meio de instalar pacotes é mais “na raça”.

O Debian é conhecido por utilizar o sistema de baixar pacotes aptitude e também o apt-get. Ele é o “administrador” do sistema, funcionando como instalador, atualizador e removedor de pacotes. Daí surgem os arquivos instaladores que recebem a extensão .deb, que se aproveitam do aptitude para instalar programas.

O Red Hat utiliza um sistema parecido com o aptitude, mas é o chamado yum. Por isso os arquivos instaladores que recebem a extensão .yum são utilizados no Red Hat. Não é possível instalar um pacote .deb numa distribuição Red Hat porque o .deb utiliza o aptitude, mas uma distro Red Hat não possui o aptitude e não é possível instalá-lo, e é uma das principais diferenças entre as distribuições.

Além disso há algumas pastas diferentes e códigos escritos pelos desenvolvedores e algumas aplicações que ajudarão na administração do sistema.

Um exemplo de aplicação especial de um sistema é o YaST da distribuição OpenSUSE. Ele é o administrador do Sistema, e se integra ao yum para instalar programas. É basicamente no YaST que se faz tudo no OpenSUSE.

O sistema é adaptado por quem escreve o código, não é tudo igual, sempre há leves diferenças, mas elas estão um pouco ocultas. O que pode fazer parecer que todas as distribuições são iguais são as interfaces gráficas.

O que são Interfaces Gráficas?

Fiz um post em 2010 sobre isso: leia aqui.

O que são repositórios?

Você pode me ver falando muito de “repositórios” no blog. Repositórios são outros fatores que diferenciam as distribuições. Eles são os pacotes disponíveis para download, disponibilizados pelos próprios desenvolvedores da distribuição. É uma forma mais fácil de encontrar e instalar programas na sua distro. O Debian, por exemplo, possui mais de 29000 pacotes disponíveis em seu repositório e é um dos maiores repositórios do mundo!

Como escolher uma distribuição?

Atualmente as pessoas desenvolvem distribuições para se adaptar aos seus gostos, e disponibilizam na internet. Por isso há um número incerto de distribuições Linux no mundo.

Não há como falar pra você utilizar uma distribuição que eu acho boa e você pode não gostar. É como se distribuição fosse algum tipo de comida, só come quem gosta. Se, por exemplo, eu te desse uma maçã e você não gosta de maçã, você iria rejeitar, não comeria. Comparando com uma distro: se eu te desse um CD com Ubuntu e você não gosta dele, você pode rejeitar, não instalar.

Algumas vezes o que leva uma pessoa gostar de uma distribuição é a estabilidade do Sistema em sua máquina, a facilidade de uso e até mesmo a interface gráfica instalada por padrão.

No Slackware, Arch Linux, entre outras distribuições, você pode escolher a Interface Gráfica e programas a serem instalados na hora da instalação, mas no Ubuntu, Fedora, OpenSUSE etc, você tem uma interface instalada por padrão, além de ter derivações deles com outras interfaces.

Cabe a você decidir a melhor distribuição pra você na tentativa e erro, testando cada distribuição e vendo seus pontos fortes e fracos.

E as distribuições são compatíveis com todos os computadores?

Algumas vezes acontece de uma distribuição não dar suporte direito a um determinado hardware. Depende muito do computador utilizado. As distribuições Linux hoje em dia, com o núcleo na versão 3.x, estão compatíveis com a maioria dos computadores, mas, por exemplo, se você pegar um Linux antigo, ele pode não ser compatível com um computador mais novo.

Vou citar um exemplo: o Ubuntu 10.04 não dá suporte padrão à mesa digitalizadora C3 Tech TB 141 que eu tenho aqui. Eu precisei instalar um driver, mas se você for pegar o Ubuntu 11.10, ele já vem com o suporte à mesa. É possível simplesmente plugar e usar o hardware.

Isso acontece também com algumas impressoras: é só plugar e usar. Não são todas!

Dependendo da distribuição, ela pode não reconhecer sua placa de vídeo, mas outra distribuição pode. Também depende da Interface Gráfica. Tem computador que não consegue rodar o KDE 4, por exemplo, ou o GNOME 3.

É possível instalar um programa do Windows no meu Linux?

Sim e não.

Primeiramente, devemos levar em conta que o Linux é um sistema COMPLETAMENTE diferente do Windows. Com certeza seu código deve ser 100% diferente do Linux, pois são desenvolvidos com bases diferentes! Não é possível rodar um programa Linux no Windows nem um programa Windows no Linux.

MAAAAS!

Existe um projeto muito interessante existente há mais de 15 anos chamado WINE!

O Wine é um programa de código aberto feito justamente para tentar diminuir as barreiras entre Linux/Windows. O que ele faz é simplesmente fantástico: ele pega o programa do Windows e tenta rodá-lo diretamente do Linux, sem precisar do Windows para isso.

Ele faz isso imitando as pastas do Windows, tentando imitar as dlls (imitando mesmo, pois a Microsoft os proibiu de utilizar as dlls do Windows original, então eles tiveram de escrever suas próprias dlls) do Windows para com que o programa pense que está sendo executado no Windows.

Em uma forma mais fácil de explicar: ele traduz a linguagem Windows pra uma linguagem que o Linux possa entender.

Porém, é um programa imperfeito, pois ele não pode utilizar nenhum código do Windows (apesar de que só a Microsoft sabe o código do Windows) e então ele tem que tentar enganar o programa, mas nem sempre dá certo.

Muitos programas não funcionam, há programas que funcionam parcialmente e há programas que funcionam maravilhosamente bem no Wine!

Já fiz diversos posts sobre o Wine no blog, então deem uma olhada neles: clique aqui.

O Wine também funciona nos sistemas BSD e Mac OS X.

Site: www.winehq.org

É indispensável pra quem busca uma compatibilidade com o Windows.

Há jogos para Linux?

Sim!

Bom, apesar de haverem poucos jogos, eles existem. Muitos não estão nos repositórios, mas há um bom número de joguinhos para Linux. Infelizmente, há muitos títulos grandes que só possuem versões para Windows e Mac, como The Sims, Spore, entre outros.

Porém, o Wine é uma alegria! Ele consegue não só executar programas, ele também executa jogos! Counter Strike, World of Warcraft, StarCraft, Final Fantasy XI Online, Guild Wars, Left 4 Dead, Warcraft III, The Elder Scrolls IV, entre muuitos outros jogos, estão na lista de platina Wine, rodando com perfeição.

Fiz um post com apenas poucos jogos para Linux: clique aqui.

Além disso, você pode querer conhecer o GameTree, um “Wine” voltado especialmente para jogos e que roda um bom número deles: clique aqui.

Linux é gratuito?

Depende da distribuição!

Ubuntu, Fedora, Debian, Arch Linux, Slackware, Big Linux, KDuXP, OpenSUSE, Linux Mint etc. são todas distribuições gratuitas! Você pode baixá-las diretamente do site oficial sem pagar absolutamente nada e gravá-las em um CD de 700 MB (que geralmente custa pelo menos R$ 1,00 ou menos) e pronto! Usufruir de tudo o que o Linux te propõe.

Porém, há pessoas que vendem CDs da distribuição e isso não é errado. Na verdade é permitido pela licença GPL sob a qual está a maioria das distribuições. A Canonical, distribuidora do Ubuntu, vende CDs do Ubuntu por £5,00 como forma de levantar dinheiro, de se manter. Além disso eles também vendem camisas e acessórios Ubuntu.

Já o Debian tem vendedores de CDs que cobram pelo menos 12 dólares por 4 DVDs da distribuição.

Apesar de tudo, é completamente permitido você fazer o download do site oficial sem pagar nada, tudo porque esse é o principal objetivo do Linux. A venda não é proibida, pois os desenvolvedores não descartam o dinheiro por nada, já que é inegavelmente preciso para sobreviver.

Já a distribuição Red Hat, sendo uma distro voltada às empresas, cobra por uma versão Desktop ou Servidor, prestando assistência à empresa.

Com isso, esbarramos em mais outro ponto: o suporte.

Muitas vezes as desenvolvedoras cobram pelo suporte oficial à sua distribuição. A Canonical faz isso. Mas você também possui o suporte online gratuito, nos fóruns e comunidades das distribuições.

Mas mesmo assim, é muito melhor pagar no mínimo R$ 10,00 por uma distribuição Linux do que pagar R$ 649,00 pelo Windows.

O Linux tem vírus?

É uma pergunta com respostas meio contraditórias. A verdade é que o Linux possui sim vírus. Maaaaas! Eles são pouco disseminados, já que 90% dos computadores do mundo utilizam Windows, o alvo maior é o sistema da Microsoft e não o Linux.

Além disso há desenvolvedores de vírus para Windows que utilizam o Linux para esse fim.

Mas você pode ficar até tranquilo: O Linux possui um sistema inteligente de permissões que não permite que qualquer programa destrua o seu computador. No máximo, o que um vírus poderia fazer com seu computador é apagar algumas pastas da pasta do seu usuário, mas ele jamais destruiria seu sistema a não ser que você o autorizasse a fazê-lo.

Além disso, por ser de código aberto, o Linux é constantemente olhado por desenvolvedores que procuram falhas de segurança e se encontram uma logo a corrigem e lançam uma correção. É realmente difícil encontrar uma falha.

É possível utilizar o Linux sem um Antivírus instalado sem problemas…

Espero realmente que o post tenha sido útil e que supra as dúvidas da maioria dos iniciantes.

É um post longo, mas acho que vale a pena ler.

Abraços…

Código Aberto x Software Livre


No mundo Linux, muito se fala sobre programas de código aberto (em inglês: open source). O próprio Linux é um deles. Mas afinal, o que significa código aberto?

Esta denominação foi criada pela OSI (Open Source Initiative (Iniciativa Código Aberto)) e também refere-se aos softwares livres.

Mas não necessariamente código aberto ou opensource significam a mesma coisa.

Para um programa ser de código aberto ele precisa:

  • Ter o código fonte disponível (Código fonte de um programa é como se fosse a receita do programa. É todo aquele conjunto de arquivos de códigos que foram feitos para fazer o programa funcionar.)
  • Distribuição livre e gratuita
  • Permitir derivações do trabalho
  • A licença do programa não pode discriminar pessoas ou grupos, nem países, nem restringir outros programas e nem favorecer a uma tecnologia.

Em suma, um programa de código aberto precisa ter seu código fonte disponível para que outras pessoas possam baixá-lo e estudá-lo, ser gratuito e de livre distribuição. Estas são as principais características deste tipo de software.

Apesar de um Software Livre ser também um programa de código aberto, ele também entra em questões éticas e permite que o programa seja pago. O Software livre garante apenas 4 liberdades, segundo a Free Software Foundation (Fundação do Software Livre):

  1. Liberdade de executar o programa para qualquer propósito;
  2. A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades;
  3. A liberdade de redistribuir cópias do programa de modo que você possa ajudar ao seu próximo;
  4. A liberdade de modificar o programa e distribuir estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie;

Muito se confunde Software Livre com Software Gratuito, mas isso não é realmente verdade. Para um software ser considerado Software Livre ele precisa apenas ter o código fonte disponível, mas isso não quer dizer que eu não possa cobrar pelo código fonte do programa e nem pelo programa em si.

O Debian, por exemplo, tem seu código disponível na internet e o sistema também disponível também na internet, mas sua licença, a GPL, não impede que ele possa ser vendido também…

 

Expectativas Para o Ubuntu 12.04 LTS


Antes de mais nada: Não, eu não morri! Minhas aulas começaram, tenho tido pouco tempo pra mexer com SOs, mas continuo firme com o Ubuntu 10.04

Pra quem não tá sabendo, o Ubuntu 12.04 está na fase final de desenvolvimento. Faltam ainda 2 versões de testes antes da versão final do Ubuntu 12.04 LTS! Estamos na versão Beta 1, lançada no dia 1º de Março. A versão final será lançada em 26 de Abril segundo o calendário oficial. (para baixar a .iso diária do Ubuntu: http://cdimage.ubuntu.com/daily-live/current/)

O novo Ubuntu será LTS, mas haverá uma pequena mudança no tempo de suporte: será bem maior que os outros LTSs. O suporte será até Abril de 2017, tanto a versão Desktop como versão Servidor. Com isso podemos presumir que a Canonical está apostando duro na estabilidade do sistema e tentando eliminar de vez muitos bugs.

O Unity foi atualizado para a versão 5.0, não cheguei a testar, mas li em algum lugar que estava bem mais estável do que as versões anteriores.

Temos este vídeo aqui mostrando algumas das mudanças do Ubuntu 12.04 Beta 1, está em inglês, mas as imagens são autoexplicativas.

Segundo o vídeo, temos algumas animações, um visual novo do Unity, alguns atalhos para facilitar a procura de programas, um modo mais fácil de redimensionar janelas, um botão que nos mostra todos os atalhos (hotkeys), procurar coisas online pelo menu do Unity, opções de privacidade e outras coisas que fazem pouca diferença.

Claro que num Beta a gente nunca pode esperar uma estabilidade muito grande, então em termos de estabilidade, a Review nada disse. Vi muitos falando que esta nova versão está bem melhor que o Ubuntu 11.10.

Espero que esteja bem melhor mesmo, pois o suporte do Ubuntu 10.04 acaba ano que vem, e é o único Ubuntu suportado que eu ainda gosto e que pra mim é super estável. Boto fé nesta nova versão, porque achei-a muito bonita, mas gostaria de ver a estabilidade do sistema.

Resta saber então as suas espectativas… comentem aqui neste post!

Não sabe o que é Unity que eu falei durante o Post inteiro? Visite este post: https://livrelinux.wordpress.com/2011/10/22/guia-do-iniciante-em-ubuntu-afinal-o-que-e-unity/